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sábado, 30 de julho de 2011

Crackers invadem site de Jenson Button e noticiam falso acidente

Notícia afirmava que o piloto estava em estado crítico. McLaren negou a notícia em seu Twitter oficial


Na noite deste sábado (30), o site oficial de Jenson Button foi invadido por hackers, que colocaram uma notícia falsa de que o piloto havia sofrido um grave acidente de carro em Budapeste, onde acontecerá o Grande Prêmio da Hungria neste domingo (31). De acordo com a nota, o britânico estava em estado crítico após bater seu carro.

Pouco depois, pelo Twitter, a equipe McLaren fez questão de desmentir a notícia e afirmou que o piloto passa bem. Button, que ocupa a quinta posição no Mundial de Pilotos com 109 pontos, larga na terceira posição na prova em HungaroringSerá o GP de número 200 da carreira do piloto, que foi campeão mundial em 2009, quando corria pela Brawn GP.



Crackers invadem site de Jenson Button e noticiam falso acidente

Notícia afirmava que o piloto estava em estado crítico. McLaren negou a notícia em seu Twitter oficial


Na noite deste sábado (30), o site oficial de Jenson Button foi invadido por hackers, que colocaram uma notícia falsa de que o piloto havia sofrido um grave acidente de carro em Budapeste, onde acontecerá o Grande Prêmio da Hungria neste domingo (31). De acordo com a nota, o britânico estava em estado crítico após bater seu carro.

Pouco depois, pelo Twitter, a equipe McLaren fez questão de desmentir a notícia e afirmou que o piloto passa bem. Button, que ocupa a quinta posição no Mundial de Pilotos com 109 pontos, larga na terceira posição na prova em HungaroringSerá o GP de número 200 da carreira do piloto, que foi campeão mundial em 2009, quando corria pela Brawn GP.



sexta-feira, 29 de julho de 2011

WebM sob a ameaça de patentes

As esperanças de que o codec de vídeo VP8, o coração do padrão de vídeo WebM do Google, permaneceria inconteste na arena de patentes estão diminuindo depois que o consórcioMPEG LA afirmou que doze empresas possuem patentes que seus avaliadores determinaram como essenciais para o codec. A declaração veio em uma entrevista cedida ao siteStreamingMedia.com. O consórcio afirma que em resposta ao seu chamadopara patentes essenciais ao VP8 em fevereiro desse ano, houve um grande número de submissões para avaliação e, ao final, concluiu-se que doze dessas patentes seriam essenciais.
As partes envolvidas ainda não foram nomeadas e o MPEG LA afirmou ao analista de patentes Florian Mueller que a "confidencialidade impede o consórcio de revelar a identidade dos proprietários das patentes". Mueller acredita que há uma sobreposição entre as doze empresas e os membros do consórcio de patentes para o AVC/H.264 do MPEG LA.
Contudo, apesar da afirmação, nenhum consórcio de patentes para o VP8 foi formado ainda. O MPEG LA afirma que se encontrou com os detentores das patentes no final de junho e que está "continuando a facilitar essa discussão" mas a decisão de formar um consórcio específico reside exclusivamente com os titulares do direito intelectual. O MPEG LA destaca que seu propósito na questão é de agir como um agente intermediador para que companhias obtenham licenças para o máximo de "propriedade intelectual essencial possível em uma simples licença", sem que tenham que negociar os termos com cada detentor de patente individualmente. Também afirmou que não leva à frente nenhum caso de violação de patentes, já que não possui por si mesma nenhuma delas, tal ação é responsabilidade dos detentores individuais.
WebMQuando questionado por comentários pela StreamingMedia.com, o Google respondeu à entrevista da MPEG LA afirmando que está "firmemente comprometido com o projeto e em estabelecer um codec aberto para vídeo HTML5" e afirmou que em abril lançou o WebM CCL, um acordo de entre-licenciamento comunitário para patentes essenciais ao WebM. O WebM foi lançado pelo Google em maio de 2010 como uma alternativa aberta e livre de royalties ao AVC/H.264, um formato padrão de vídeo que é restrito por royalties e patentes. Apesar de questões terem sido levantadas sobre o formato WebM quando foi lançado, ele foi adotado pelos navegadores Firefox e Opera como o único formato suportado para vídeo HTML5.
Fonte: h-online, em inglês.

WebM sob a ameaça de patentes

As esperanças de que o codec de vídeo VP8, o coração do padrão de vídeo WebM do Google, permaneceria inconteste na arena de patentes estão diminuindo depois que o consórcioMPEG LA afirmou que doze empresas possuem patentes que seus avaliadores determinaram como essenciais para o codec. A declaração veio em uma entrevista cedida ao siteStreamingMedia.com. O consórcio afirma que em resposta ao seu chamadopara patentes essenciais ao VP8 em fevereiro desse ano, houve um grande número de submissões para avaliação e, ao final, concluiu-se que doze dessas patentes seriam essenciais.
As partes envolvidas ainda não foram nomeadas e o MPEG LA afirmou ao analista de patentes Florian Mueller que a "confidencialidade impede o consórcio de revelar a identidade dos proprietários das patentes". Mueller acredita que há uma sobreposição entre as doze empresas e os membros do consórcio de patentes para o AVC/H.264 do MPEG LA.
Contudo, apesar da afirmação, nenhum consórcio de patentes para o VP8 foi formado ainda. O MPEG LA afirma que se encontrou com os detentores das patentes no final de junho e que está "continuando a facilitar essa discussão" mas a decisão de formar um consórcio específico reside exclusivamente com os titulares do direito intelectual. O MPEG LA destaca que seu propósito na questão é de agir como um agente intermediador para que companhias obtenham licenças para o máximo de "propriedade intelectual essencial possível em uma simples licença", sem que tenham que negociar os termos com cada detentor de patente individualmente. Também afirmou que não leva à frente nenhum caso de violação de patentes, já que não possui por si mesma nenhuma delas, tal ação é responsabilidade dos detentores individuais.
WebMQuando questionado por comentários pela StreamingMedia.com, o Google respondeu à entrevista da MPEG LA afirmando que está "firmemente comprometido com o projeto e em estabelecer um codec aberto para vídeo HTML5" e afirmou que em abril lançou o WebM CCL, um acordo de entre-licenciamento comunitário para patentes essenciais ao WebM. O WebM foi lançado pelo Google em maio de 2010 como uma alternativa aberta e livre de royalties ao AVC/H.264, um formato padrão de vídeo que é restrito por royalties e patentes. Apesar de questões terem sido levantadas sobre o formato WebM quando foi lançado, ele foi adotado pelos navegadores Firefox e Opera como o único formato suportado para vídeo HTML5.
Fonte: h-online, em inglês.

Software público brasileiro na Linux Maganize Especial

O aumento de complexidade da gestão burocrática de um Estado é uma consequência da evolução de um regime democrático. Esse deve levar o Direito a todos os cantos do país, oferecer serviços, proteger a população e garantir uma qualidade básica de vida para toda a população. Contudo, com essas novas demandas, o poder público se vê obrigado a expandir e sofisticar seu quadro funcional e controlá-lo com precisão. É nesse contexto que se torna relevante a demanda por soluções de TI que atendam às necessidades específicas das diversas instituições governamentais.
Ao mesmo tempo, estamos presenciando nos dias de hoje uma mudança nas práticas de desenvolvimento da Tecnologia da Informação e Comunicação, que recebe novos contornos, cada vez mais cedendo lugar ao trabalho colaborativo, com o uso disseminado de padrões abertos e da aceitação espontânea do compartilhamento de informações. Esses novos conceitos fazem com que a busca por soluções alternativas, já funcionais em determinado órgão da máquina estatal que possam ser utilizadas pela administração pública em geral seja praticamente compulsória, já que leva à redução de gastos, minimiza a multiplicidade de esforços e racionaliza a gestão dos recursos de informática.
Em 2005, o Governo Federal licenciou a primeira solução de TI desenvolvida dentro de sua estrutura, sob a segunda versão da licença GPL em português. Em pouco tempo, uma extensa comunidade de usuários, desenvolvedores e prestadores de serviço formou-se em torno da solução, o que assentou as bases para a definição do conceito de Software Público e para a sua materialização com o Portal do Software Público Brasileiro (SPB).
Seis anos depois, a publicação da Instrução Normativa no 01, em 17/01/2011, dispõe sobre os procedimentos para o desenvolvimento, a disponibilização e o uso do SPB. Hoje, mais de 50 soluções já foram disponibilizadas no Portal, há mais de 100 mil usuários cadastrados nele, bem como uma grande quantidade de empresas cadastradas como prestadores de serviços para essas soluções – para algumas delas, são quase 200, espalhadas por todo o território nacional.
O Software Público está capacitando digitalmente órgãos governamentais e empresas públicas e privadas em todo o país, servindo de instrumento de consolidação da ordem social nos municípios aonde chega e trazendo efetivamente progresso tecnológico aos mais distantes rincões do Brasil. Com isso, o SPB faz valer o mote estampado na bandeira da nação e torna o futuro cada vez mais presente!
Linux Magazine Especial nº6
A Linux New Media do Brasil, editora responsável pela revista Linux Magazine, lançou, no mês de julho, uma edição especial que apresenta ao seus leitores o Portal do Software Público Brasileiro e suas soluções. Criada em colaboração com o Ministério do Planejamento, o periódico traz uma exploração extensa do portal, com análises detalhadas sobre boas práticas de desenvolvimento, teste e lançamento de soluções, uma explanação sobre a licença usada pelos projetos presentes e sobre o futuro da plataforma como o ponto de partida para a criação de um modelo de e-cidadania. Além disso, são apresentadas na edição todas as soluções presentes no portal, que vão de backends para controle de equipamento, à plataformas de gestão de projetos e distribuições Linux voltadas para escolas públicas.


A revista está disponível para download, para que você também possa conhecer à fundo os esforços de desenvolvimento de software livre do poder público brasileiro.

Software público brasileiro na Linux Maganize Especial

O aumento de complexidade da gestão burocrática de um Estado é uma consequência da evolução de um regime democrático. Esse deve levar o Direito a todos os cantos do país, oferecer serviços, proteger a população e garantir uma qualidade básica de vida para toda a população. Contudo, com essas novas demandas, o poder público se vê obrigado a expandir e sofisticar seu quadro funcional e controlá-lo com precisão. É nesse contexto que se torna relevante a demanda por soluções de TI que atendam às necessidades específicas das diversas instituições governamentais.
Ao mesmo tempo, estamos presenciando nos dias de hoje uma mudança nas práticas de desenvolvimento da Tecnologia da Informação e Comunicação, que recebe novos contornos, cada vez mais cedendo lugar ao trabalho colaborativo, com o uso disseminado de padrões abertos e da aceitação espontânea do compartilhamento de informações. Esses novos conceitos fazem com que a busca por soluções alternativas, já funcionais em determinado órgão da máquina estatal que possam ser utilizadas pela administração pública em geral seja praticamente compulsória, já que leva à redução de gastos, minimiza a multiplicidade de esforços e racionaliza a gestão dos recursos de informática.
Em 2005, o Governo Federal licenciou a primeira solução de TI desenvolvida dentro de sua estrutura, sob a segunda versão da licença GPL em português. Em pouco tempo, uma extensa comunidade de usuários, desenvolvedores e prestadores de serviço formou-se em torno da solução, o que assentou as bases para a definição do conceito de Software Público e para a sua materialização com o Portal do Software Público Brasileiro (SPB).
Seis anos depois, a publicação da Instrução Normativa no 01, em 17/01/2011, dispõe sobre os procedimentos para o desenvolvimento, a disponibilização e o uso do SPB. Hoje, mais de 50 soluções já foram disponibilizadas no Portal, há mais de 100 mil usuários cadastrados nele, bem como uma grande quantidade de empresas cadastradas como prestadores de serviços para essas soluções – para algumas delas, são quase 200, espalhadas por todo o território nacional.
O Software Público está capacitando digitalmente órgãos governamentais e empresas públicas e privadas em todo o país, servindo de instrumento de consolidação da ordem social nos municípios aonde chega e trazendo efetivamente progresso tecnológico aos mais distantes rincões do Brasil. Com isso, o SPB faz valer o mote estampado na bandeira da nação e torna o futuro cada vez mais presente!
Linux Magazine Especial nº6
A Linux New Media do Brasil, editora responsável pela revista Linux Magazine, lançou, no mês de julho, uma edição especial que apresenta ao seus leitores o Portal do Software Público Brasileiro e suas soluções. Criada em colaboração com o Ministério do Planejamento, o periódico traz uma exploração extensa do portal, com análises detalhadas sobre boas práticas de desenvolvimento, teste e lançamento de soluções, uma explanação sobre a licença usada pelos projetos presentes e sobre o futuro da plataforma como o ponto de partida para a criação de um modelo de e-cidadania. Além disso, são apresentadas na edição todas as soluções presentes no portal, que vão de backends para controle de equipamento, à plataformas de gestão de projetos e distribuições Linux voltadas para escolas públicas.


A revista está disponível para download, para que você também possa conhecer à fundo os esforços de desenvolvimento de software livre do poder público brasileiro.

Comece a usar o Java SE 7, mas não tão já [Atualizado]

A Oracle anunciou ontem a disponibilidade geral da plataforma Java Standard Edition 7 (Java SE 7), o primeiro lançamento da linguagem sob a tutela da empresa, finalmente terminado após mais de 5 anos de cooperação dentro da comunidade internacional do Java.


Resultado de um processo de desenvolvimento que envolveu avaliações abertas, compilações semanais e a colaboração extensiva entre os engenheiros da Oracle e membros do ecossistema Java, principalmente acomunidade OpenJDK e o Java Community Process(JCP). O novo Java SE 7 traz uma série de avanços na sua tecnologia.

Com o projeto Coin (JSR 334), foram efetuadas mudanças na linguagem, com o intuito de aumentar a produtividade dos desenvolvedores e simplificar algumas tarefas de programação, reduzindo a quantidade de código necessária para desempenhar operações comuns, tornando a sintaxe mais clara e garantindo uma leitura facilitada do código. 

Com a inclusão da proposta InvokeDynamic (JSR 292) o Java passa a suportar melhor algumas linguagens dinâmicos, como Ruby, Python e JavaScript, o que representa um ganho de desempenho substancial na máquina virtual Java.


Foi também acrescentada uma API pronta para trabalhar com múltiplos núcleos de processamento, com o framework Fork/Join (JSR 166), que permite que desenvolvedores decomponham mais facilmente problemas em tarefas que podem ser executadas em paralelo através de um número arbitrário de núcleos de processamento. Além disso, com a nova interface de E/S (entrada e saída) NIO.2 (JSR 203) é possível trabalhar com sistemas de arquivos que podem acessar uma variedade maior de atributos de arquivos e oferecer mais informações na ocorrência de qualquer erro.


A nova versão ainda traz novos recursos de conectividade e segurança, suporte expandido para a internacionalização, com o acréscimo do suporte à Unicode 6.0 e versões atualizadas de um grande número de bibliotecas.


O Java SE 7 foi desenvolvido com um forte suporte à compatibilidade reversa, que permite que código desenvolvido para versões anteriores ainda possam ser usados na nova plataforma. De acordo com a Oracle, isso preserva as habilidades de programação dos desenvolvedores atuais e protege o investimento na tecnologia Java.


Os desenvolvedores interessados em começar a programar para a nova versão do Java podem usar o NetBeans Integrated Development Environment (IDE) 7.0, o Eclipse Indigo com o plug-in adicional para o Java SE 7 ou o IntelliJ IDEA10.5, que suporta os recursos mais recentes da plataforma Java SE 7.


Contudo, a nova versão veio com alguns problemas. De acordo com um aviso da Apache Foundation o otimizador de código do Java 7 está com defeitos e pode causar falhas em loops, como resultado a JVM pode ser quebrada e cálculos produzem resultados incorretos.


Um grande número de projetos foi afetado, entre eles todas as versões publicadas do Lucene e do Solr. Os desenvolvedores do Apache afirmam que a indexação de documentos feita pelo Solr faz o Java quebrar, no Lucene o problema é ainda mais grave, pois faz os laços do Lucene compilarem incompletamente o que termina por corromper os índices.


A Oracle já registrous as falhas sob os números 70701347044738 e 7068051. Contudo, afirmou que só vai corrigí-las em uma segunda revisão.

Comece a usar o Java SE 7, mas não tão já [Atualizado]

A Oracle anunciou ontem a disponibilidade geral da plataforma Java Standard Edition 7 (Java SE 7), o primeiro lançamento da linguagem sob a tutela da empresa, finalmente terminado após mais de 5 anos de cooperação dentro da comunidade internacional do Java.


Resultado de um processo de desenvolvimento que envolveu avaliações abertas, compilações semanais e a colaboração extensiva entre os engenheiros da Oracle e membros do ecossistema Java, principalmente acomunidade OpenJDK e o Java Community Process(JCP). O novo Java SE 7 traz uma série de avanços na sua tecnologia.

Com o projeto Coin (JSR 334), foram efetuadas mudanças na linguagem, com o intuito de aumentar a produtividade dos desenvolvedores e simplificar algumas tarefas de programação, reduzindo a quantidade de código necessária para desempenhar operações comuns, tornando a sintaxe mais clara e garantindo uma leitura facilitada do código. 

Com a inclusão da proposta InvokeDynamic (JSR 292) o Java passa a suportar melhor algumas linguagens dinâmicos, como Ruby, Python e JavaScript, o que representa um ganho de desempenho substancial na máquina virtual Java.


Foi também acrescentada uma API pronta para trabalhar com múltiplos núcleos de processamento, com o framework Fork/Join (JSR 166), que permite que desenvolvedores decomponham mais facilmente problemas em tarefas que podem ser executadas em paralelo através de um número arbitrário de núcleos de processamento. Além disso, com a nova interface de E/S (entrada e saída) NIO.2 (JSR 203) é possível trabalhar com sistemas de arquivos que podem acessar uma variedade maior de atributos de arquivos e oferecer mais informações na ocorrência de qualquer erro.


A nova versão ainda traz novos recursos de conectividade e segurança, suporte expandido para a internacionalização, com o acréscimo do suporte à Unicode 6.0 e versões atualizadas de um grande número de bibliotecas.


O Java SE 7 foi desenvolvido com um forte suporte à compatibilidade reversa, que permite que código desenvolvido para versões anteriores ainda possam ser usados na nova plataforma. De acordo com a Oracle, isso preserva as habilidades de programação dos desenvolvedores atuais e protege o investimento na tecnologia Java.


Os desenvolvedores interessados em começar a programar para a nova versão do Java podem usar o NetBeans Integrated Development Environment (IDE) 7.0, o Eclipse Indigo com o plug-in adicional para o Java SE 7 ou o IntelliJ IDEA10.5, que suporta os recursos mais recentes da plataforma Java SE 7.


Contudo, a nova versão veio com alguns problemas. De acordo com um aviso da Apache Foundation o otimizador de código do Java 7 está com defeitos e pode causar falhas em loops, como resultado a JVM pode ser quebrada e cálculos produzem resultados incorretos.


Um grande número de projetos foi afetado, entre eles todas as versões publicadas do Lucene e do Solr. Os desenvolvedores do Apache afirmam que a indexação de documentos feita pelo Solr faz o Java quebrar, no Lucene o problema é ainda mais grave, pois faz os laços do Lucene compilarem incompletamente o que termina por corromper os índices.


A Oracle já registrous as falhas sob os números 70701347044738 e 7068051. Contudo, afirmou que só vai corrigí-las em uma segunda revisão.

Dell abre código de sua solução para o OpenStack

Dell anunciou seu novo produto Dell OpenStack Cloud Solution na durante a OSCON (O'Reilly Open Source Convention) e liberou o código do Crowbar, seu "instalador de nuvens", como parte do anúncio. A Dell é membro da comunidade OpenStack desde sua criação, e vem trabalhando com a arquitetura de infraestrutura como serviço (Infrastructure-as-a-Service ou IaaS) do OpenStack para ganhar experiência com a plataforma aberta e entender as necessidades de seus clientes.


A Dell agora formalizou sua oferta de OpenStack para seus cliente usando essa experiência adquirida. Com os sistemas PowerEdge C da empresa, executando OpenStack e Crowbar, a Dell planeja oferecer serviços, com a ajuda do Rackspace, para tornar simples a instalação de um sistema de computação em nuvem em múltiplos nós. Os sistemas PowerEdge C, otimizados para nuvens, foram utilizados para construir uma infraestrutura em nuvem para empresas como a Facebook e a Microsoft.


O Crowbar é um aplicativo desenvolvido pela Dell, baseado e integrado ao sistema de automação de nuvem Chef da Opscode, que foi melhorado para permitir que sistemas de computação em nuvem sejam entregues rapidamente. O Crowbar começou como um instalador do OpenStack, mas, de acordo com o engenheiro da Dell Rob Hirschfield, cresceu além desse escopo e pode agora trabalhar com hardwares e soluções de outros fornecedores. O Crowbar usa o Chef Server como uma base de dados de onde retira instruções de configuração para nós à medida que eles são descobertos.


Apesar de ser distribuído sob a licença Apache 2, a Dell possui uma versão com recursos que ainda não podem ser disponibilizados por sob essa licença, como a possibilidade de configurar sistemas BIOS+RAID. Contudo, a empresa está trabalhando para resolver esse problema. O Crowbar está disponível para download no repositório github Dell Cloud Edge. Mais informações sobre a oferta de OpenStack da Dell estão disponíveis na página da solução.


Fonte: h-online, em inglês

Dell abre código de sua solução para o OpenStack

Dell anunciou seu novo produto Dell OpenStack Cloud Solution na durante a OSCON (O'Reilly Open Source Convention) e liberou o código do Crowbar, seu "instalador de nuvens", como parte do anúncio. A Dell é membro da comunidade OpenStack desde sua criação, e vem trabalhando com a arquitetura de infraestrutura como serviço (Infrastructure-as-a-Service ou IaaS) do OpenStack para ganhar experiência com a plataforma aberta e entender as necessidades de seus clientes.


A Dell agora formalizou sua oferta de OpenStack para seus cliente usando essa experiência adquirida. Com os sistemas PowerEdge C da empresa, executando OpenStack e Crowbar, a Dell planeja oferecer serviços, com a ajuda do Rackspace, para tornar simples a instalação de um sistema de computação em nuvem em múltiplos nós. Os sistemas PowerEdge C, otimizados para nuvens, foram utilizados para construir uma infraestrutura em nuvem para empresas como a Facebook e a Microsoft.


O Crowbar é um aplicativo desenvolvido pela Dell, baseado e integrado ao sistema de automação de nuvem Chef da Opscode, que foi melhorado para permitir que sistemas de computação em nuvem sejam entregues rapidamente. O Crowbar começou como um instalador do OpenStack, mas, de acordo com o engenheiro da Dell Rob Hirschfield, cresceu além desse escopo e pode agora trabalhar com hardwares e soluções de outros fornecedores. O Crowbar usa o Chef Server como uma base de dados de onde retira instruções de configuração para nós à medida que eles são descobertos.


Apesar de ser distribuído sob a licença Apache 2, a Dell possui uma versão com recursos que ainda não podem ser disponibilizados por sob essa licença, como a possibilidade de configurar sistemas BIOS+RAID. Contudo, a empresa está trabalhando para resolver esse problema. O Crowbar está disponível para download no repositório github Dell Cloud Edge. Mais informações sobre a oferta de OpenStack da Dell estão disponíveis na página da solução.


Fonte: h-online, em inglês

Open Cloud Initiative define seus princípios

Lançada durante a OSCON 2011 Open Source Convention, aOpen Cloud Initiative é uma grupo sem fins lucrativos que busca defender o uso de computação em nuvem aberta. A organização tem como objetivo inicial criar uma estrutura legal para o mais amplo número de usuários e provedores de computação em nuvem. Essa estrutura se baseará em um novo consenso sobre os requisitos para uma nuvem aberta, que estão descritos no documento Open Cloud Principles (OCP).


O OCP determina que sejam usados formatos e interfaces abertos, também exige que se garanta a interoperabilidade e a liberdade de movimento dos usuários entre sistemas. Espera-se que os fornecedores cooperem com padrões livres de licenças, patentes e royalties, e também colaborem em processos abertos. Apesar do software aberto ser um elemento importante no OCP, o documento requer apenas "múltiplas implementações completas, fiéis e interoperáveis" de padrões e que ao menos uma implementação seja em código aberto, para que possa ser providenciada aos usuários como uma alternativa aberta.


A organização compara seu documento com o Open Source Definition da Open Source Initiative, que fornece um teste para o natureza "aberta" de novas licenças. A OCI recrutou seus diretores dos diversos membros do mercado de nuvem, apesar de eles trabalharem com a OCI como indivíduos. De acordo com a página contando a história da organização, a OCI foi originalmente fundada em 2009, mas teve seu progresso interrompido quando o fundador, Sam Johnston, se juntou ao Google e se mudou para a Suíça. Na OSCON 2010, a diretoria da OCI se encontrou pessoalmente pela primeira vez e acertou toda a papelada necessária para se tornar uma organização sem fins lucrativos. Infelizmente, por razões desconhecidas, os procedimentos nunca foram iniciados e mais atrasos vieram quando Johnston mudou de empregrador, para o provedor de nuvem Equinux. Mas no princípio de julho a diretoria reiniciou o processo e conseguiu concretizar o lançamento efetivo da organização na OSCON desse ano.


Fonte: h-online, em inglês.

Open Cloud Initiative define seus princípios

Lançada durante a OSCON 2011 Open Source Convention, aOpen Cloud Initiative é uma grupo sem fins lucrativos que busca defender o uso de computação em nuvem aberta. A organização tem como objetivo inicial criar uma estrutura legal para o mais amplo número de usuários e provedores de computação em nuvem. Essa estrutura se baseará em um novo consenso sobre os requisitos para uma nuvem aberta, que estão descritos no documento Open Cloud Principles (OCP).


O OCP determina que sejam usados formatos e interfaces abertos, também exige que se garanta a interoperabilidade e a liberdade de movimento dos usuários entre sistemas. Espera-se que os fornecedores cooperem com padrões livres de licenças, patentes e royalties, e também colaborem em processos abertos. Apesar do software aberto ser um elemento importante no OCP, o documento requer apenas "múltiplas implementações completas, fiéis e interoperáveis" de padrões e que ao menos uma implementação seja em código aberto, para que possa ser providenciada aos usuários como uma alternativa aberta.


A organização compara seu documento com o Open Source Definition da Open Source Initiative, que fornece um teste para o natureza "aberta" de novas licenças. A OCI recrutou seus diretores dos diversos membros do mercado de nuvem, apesar de eles trabalharem com a OCI como indivíduos. De acordo com a página contando a história da organização, a OCI foi originalmente fundada em 2009, mas teve seu progresso interrompido quando o fundador, Sam Johnston, se juntou ao Google e se mudou para a Suíça. Na OSCON 2010, a diretoria da OCI se encontrou pessoalmente pela primeira vez e acertou toda a papelada necessária para se tornar uma organização sem fins lucrativos. Infelizmente, por razões desconhecidas, os procedimentos nunca foram iniciados e mais atrasos vieram quando Johnston mudou de empregrador, para o provedor de nuvem Equinux. Mas no princípio de julho a diretoria reiniciou o processo e conseguiu concretizar o lançamento efetivo da organização na OSCON desse ano.


Fonte: h-online, em inglês.

Canonical anuncia um novo programa de parcerias

Empresas que se juntarem ao programa de parceria Ubuntu Advantage (UA) vão receber o suporte direto do distribuidor Linux Canonical. A oferta de parceria da Canonical pode ser alterada para servir às necessidades do possível parceiro, dependendo de sua especialidade, se uma empresa de software (ISV), companhia de hospedagem, revenda ou fornecimento de hardware OEM.


Por exemplo, uma empresa de software receberia acesso à programas que podem checar a compatibilidade entre seus produtos e os aplicativos Ubuntu. Fabricantes e fornecedores de hardware OEM vão receber ajuda da Canonical para simplificar o processo de pré-instalação do Ubuntu em suas máquinas.


O programa de vantagens existente fornece à clientes empresariais ferramentas e suporte da Canonical, incluindo "suporte 24h, a ferramenta de gerenciamento e monitoramento Ubuntu Landscape, acesso às bases de conhecimento da Canonical e aconselhamento legal". O novo programa de parceria UA estende esse serviço além da Canonical, fornecendo recursos locais adicionais para cliente dos parceiros. Grupos interessados podem se inscrever para o programa na página de parceria do Ubuntu.


Fonte: h-online, em inglês.

Canonical anuncia um novo programa de parcerias

Empresas que se juntarem ao programa de parceria Ubuntu Advantage (UA) vão receber o suporte direto do distribuidor Linux Canonical. A oferta de parceria da Canonical pode ser alterada para servir às necessidades do possível parceiro, dependendo de sua especialidade, se uma empresa de software (ISV), companhia de hospedagem, revenda ou fornecimento de hardware OEM.


Por exemplo, uma empresa de software receberia acesso à programas que podem checar a compatibilidade entre seus produtos e os aplicativos Ubuntu. Fabricantes e fornecedores de hardware OEM vão receber ajuda da Canonical para simplificar o processo de pré-instalação do Ubuntu em suas máquinas.


O programa de vantagens existente fornece à clientes empresariais ferramentas e suporte da Canonical, incluindo "suporte 24h, a ferramenta de gerenciamento e monitoramento Ubuntu Landscape, acesso às bases de conhecimento da Canonical e aconselhamento legal". O novo programa de parceria UA estende esse serviço além da Canonical, fornecendo recursos locais adicionais para cliente dos parceiros. Grupos interessados podem se inscrever para o programa na página de parceria do Ubuntu.


Fonte: h-online, em inglês.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Oscar dos hackers premiará ataques que causaram mais prejuízos


Pwnies será realizado na próxima semana e quer 'reconhecer trabalho hacker'.
Sony será reconhecida por ter sido vítima de ataques.


Imagem usada pelo Lulzsec. Grupo vazou dados da polícia do estado do Arizona (EUA), da companhia de telefone AT&T e do provedor AOL (Foto: Reprodução)Imagem usada pelo Lulzsec, grupo hacker
que concorre ao prêmio 'Epic Ownage'

A comunidade hacker está organizando sua própria versão do Oscar. Dois grupos de "hackers ativistas" e o Wikileaks estão concorrendo para levar o prêmio.
A Sony também será reconhecida na cerimônia, a ser realizada na semana que vem, pela duvidosa distinção de ter sido vítima de hackers.
Embora o Pwnies, como foi batizado o evento, possa ter conotação humorística, o prêmio representa uma séria tentativa de reconhecer as pessoas e eventos de maior impacto para a comunidade hacker no último ano, disse Dino Dai Zovi, um dos organizadores.
Ele é um dos diversos juízes do Pwnies que selecionará os vencedores de uma lista de candidatos indicados pelo site da organização.
Pwnies é pronunciado "ponies" e se refere à gíria hacker "Pwned", que significa "owned", ou algo como "tá dominado", em tradução.
Os vencedores receberão uma fantasia pintada de dourado da série de desenho animado da Hasbro "My Little Pony", em uma cerimônia a ser realizada na conferência de hackers Black Hat em 3 de agosto, Las Vegas, Estados Unidos.
Os grupos de hackers Lulz Security e Anonymous estão entre os indicados para a categoria "Epic 0wnage", ou ação hacker épica, por terem sido responsáveis pelos ataques que causaram mais danos, tiveram maior repercussão ou foram mais hilários no último ano.
Fonte:G1 Tecnologia 

Oscar dos hackers premiará ataques que causaram mais prejuízos


Pwnies será realizado na próxima semana e quer 'reconhecer trabalho hacker'.
Sony será reconhecida por ter sido vítima de ataques.


Imagem usada pelo Lulzsec. Grupo vazou dados da polícia do estado do Arizona (EUA), da companhia de telefone AT&T e do provedor AOL (Foto: Reprodução)Imagem usada pelo Lulzsec, grupo hacker
que concorre ao prêmio 'Epic Ownage'

A comunidade hacker está organizando sua própria versão do Oscar. Dois grupos de "hackers ativistas" e o Wikileaks estão concorrendo para levar o prêmio.
A Sony também será reconhecida na cerimônia, a ser realizada na semana que vem, pela duvidosa distinção de ter sido vítima de hackers.
Embora o Pwnies, como foi batizado o evento, possa ter conotação humorística, o prêmio representa uma séria tentativa de reconhecer as pessoas e eventos de maior impacto para a comunidade hacker no último ano, disse Dino Dai Zovi, um dos organizadores.
Ele é um dos diversos juízes do Pwnies que selecionará os vencedores de uma lista de candidatos indicados pelo site da organização.
Pwnies é pronunciado "ponies" e se refere à gíria hacker "Pwned", que significa "owned", ou algo como "tá dominado", em tradução.
Os vencedores receberão uma fantasia pintada de dourado da série de desenho animado da Hasbro "My Little Pony", em uma cerimônia a ser realizada na conferência de hackers Black Hat em 3 de agosto, Las Vegas, Estados Unidos.
Os grupos de hackers Lulz Security e Anonymous estão entre os indicados para a categoria "Epic 0wnage", ou ação hacker épica, por terem sido responsáveis pelos ataques que causaram mais danos, tiveram maior repercussão ou foram mais hilários no último ano.
Fonte:G1 Tecnologia 

Serviço do Google promete acelerar sites

O Page Speed Service, do Google, é gratuito por enquanto. Mas a empresa diz que poderá cobrar no futuro
 
 
Goiânia  — O Google está oferecendo um novo serviço que promete tornar o acesso a sites da web de 25% a 60% mais rápido. A proposta é ambiciosa. A empresa dona do site deve redirecionar todo o tráfego dele para os servidores do Google.
Neles, o código das páginas será reescrito de modo que fique mais eficiente. Algumas imagens podem até ser comprimidas para que os arquivos fiquem mais leves. A página resultante desse processamento será, então, enviada ao browser do usuário pelo Google.
 
Para os visitantes do site, o processo todo será transparente. A pessoa nem vai perceber que as páginas estão vindo dos servidores do Google em vez de vir do servidor próprio da empresa ou do provedor de hospedagem.
A navegação nas páginas, porém deve ficar mais rápida. Chamado Page Speed Service, o novo serviço é, por enquanto, gratuito. Mas a empresa adianta que pretende cobrar por ele futuro e que o preço será “competitivo”. 
O serviço tem uma série de limitações, porém. Não há suporte para páginas que usam a tecnologia Flash, da Adobe. Áudio e vídeo transmitidos por streaming também não são aceitos. Além disso, endereços do tipo “empresa.com” não podem ser usados. É obrigatório ter o “www” no início. E não há suporte para conexões criptografadas que usam o protocolo HTTPS.

Serviço do Google promete acelerar sites

O Page Speed Service, do Google, é gratuito por enquanto. Mas a empresa diz que poderá cobrar no futuro
 
 
Goiânia  — O Google está oferecendo um novo serviço que promete tornar o acesso a sites da web de 25% a 60% mais rápido. A proposta é ambiciosa. A empresa dona do site deve redirecionar todo o tráfego dele para os servidores do Google.
Neles, o código das páginas será reescrito de modo que fique mais eficiente. Algumas imagens podem até ser comprimidas para que os arquivos fiquem mais leves. A página resultante desse processamento será, então, enviada ao browser do usuário pelo Google.
 
Para os visitantes do site, o processo todo será transparente. A pessoa nem vai perceber que as páginas estão vindo dos servidores do Google em vez de vir do servidor próprio da empresa ou do provedor de hospedagem.
A navegação nas páginas, porém deve ficar mais rápida. Chamado Page Speed Service, o novo serviço é, por enquanto, gratuito. Mas a empresa adianta que pretende cobrar por ele futuro e que o preço será “competitivo”. 
O serviço tem uma série de limitações, porém. Não há suporte para páginas que usam a tecnologia Flash, da Adobe. Áudio e vídeo transmitidos por streaming também não são aceitos. Além disso, endereços do tipo “empresa.com” não podem ser usados. É obrigatório ter o “www” no início. E não há suporte para conexões criptografadas que usam o protocolo HTTPS.

Anonymous e LulzSec pedem boicote ao PayPal



Goiânia  – Os grupos cracker Anonymous e LulzSec iniciaram uma campanha para pedir aos usuários que boicotem o serviço de pagamentos online PayPal.
Os coletivos estariam revoltados pelo fato do PayPal colaborar em ceder informações ao FBI, que desta forma conseguiu prender 14 hackers acusados de participarem dos grupos.


“Nós encorajamos qualquer pessoa que estiver utilizando o PayPal a fechar a conta imediatamente e considerar outra alternativa. O primeiro passo para ser completamente livre é não confiar em uma empresa que congela contas quando bem entender ou quando é pressionada pelo governo dos Estados Unidos”, afirmaram em comunicado.
A briga entre os coletivos crackers e o PayPal teve início quando o serviço de pagamentos online decidiu acatar as ordens do governo americano de congelar as contas referentes ao WikiLeaks, evitando que o site recebesse as doações.
Em contrapartida, o Anonymous iniciou uma série de ataques de negação de serviço (DDoS) contra o PayPal, além das bandeiras Visa e Mastercard.
Os grupos pedem então que os usuários abandonem o serviço, que “não merece os consumidores que tem”. O PayPal, por sua vez, afirmou que trabalha ao lado da lei e que só tomou essas decisões por acreditar que crimes de fato ocorreram.
Fonte:Info

Anonymous e LulzSec pedem boicote ao PayPal



Goiânia  – Os grupos cracker Anonymous e LulzSec iniciaram uma campanha para pedir aos usuários que boicotem o serviço de pagamentos online PayPal.
Os coletivos estariam revoltados pelo fato do PayPal colaborar em ceder informações ao FBI, que desta forma conseguiu prender 14 hackers acusados de participarem dos grupos.


“Nós encorajamos qualquer pessoa que estiver utilizando o PayPal a fechar a conta imediatamente e considerar outra alternativa. O primeiro passo para ser completamente livre é não confiar em uma empresa que congela contas quando bem entender ou quando é pressionada pelo governo dos Estados Unidos”, afirmaram em comunicado.
A briga entre os coletivos crackers e o PayPal teve início quando o serviço de pagamentos online decidiu acatar as ordens do governo americano de congelar as contas referentes ao WikiLeaks, evitando que o site recebesse as doações.
Em contrapartida, o Anonymous iniciou uma série de ataques de negação de serviço (DDoS) contra o PayPal, além das bandeiras Visa e Mastercard.
Os grupos pedem então que os usuários abandonem o serviço, que “não merece os consumidores que tem”. O PayPal, por sua vez, afirmou que trabalha ao lado da lei e que só tomou essas decisões por acreditar que crimes de fato ocorreram.
Fonte:Info

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Palestras sobre segurança serão destaque do IV SegInfo

Nos próximos dias 12 e 13 de agosto será realizado no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro a VI edição do Workshop de Segurança da Informação - SegInfo. O encontro vai reunir especialistas da área para falar sobre diversos temas estratégicos do setor, um dos principais tópicos a ser debatido será a invasão de sistemas e como evitar essas quebras de segurança dos dados das empresas e indivíduos.
Nelson Brito, um dos profissionais de destaque internacional na área de segurança da informação, dará uma palestra sobre o “penetration test” (testes que simulam ataques oriundos de usuários maliciosos). O especialista falará de uma nova metodologia utilizada nesse processo, que trata de desenvolvimento de exploits (código desenvolvido para explorar vulnerabilidades em sistemas), técnica que pode proteger um sistema contra novas variantes de ataques mais antiquados.
Durante o evento serão abordados tópicos relacionados ao fortalecimento e boas prática de sistemas, principalmente aos relacionados com segurança de aplicações web, assim como técnicas e metodologias para identificação e tratamento dos malwares (ou códigos maliciosos). Na ocasião também serão realizadas palestras técnicas com a utilização exclusiva de ferramentas oriundas do universo do código aberto, além de palestras que irão abordar sofisticadas, e pouco ortodoxas, técnicas de teste de invasão.
Temas como Hacktivismo, Guerra Cibernética, a importância das auditorias de testes de invasão para CSO (Chief Security Officer ou Chefes de Segurança da Informação), técnicas para a realização de auditorias preventivas de teste de invasão, dicas de como posicionar-se após um ataque, através da análise forense computacional, farão parte do ciclo de palestras.
O encontro será uma ótima oportunidade para todos os profissionais e interessados em ampliar os conhecimentos na área de segurança da informação.  Mais informações podem ser consultadas na página do evento.

Fonte: Assessoria de Imprensa SegInfo.

Palestras sobre segurança serão destaque do IV SegInfo

Nos próximos dias 12 e 13 de agosto será realizado no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro a VI edição do Workshop de Segurança da Informação - SegInfo. O encontro vai reunir especialistas da área para falar sobre diversos temas estratégicos do setor, um dos principais tópicos a ser debatido será a invasão de sistemas e como evitar essas quebras de segurança dos dados das empresas e indivíduos.
Nelson Brito, um dos profissionais de destaque internacional na área de segurança da informação, dará uma palestra sobre o “penetration test” (testes que simulam ataques oriundos de usuários maliciosos). O especialista falará de uma nova metodologia utilizada nesse processo, que trata de desenvolvimento de exploits (código desenvolvido para explorar vulnerabilidades em sistemas), técnica que pode proteger um sistema contra novas variantes de ataques mais antiquados.
Durante o evento serão abordados tópicos relacionados ao fortalecimento e boas prática de sistemas, principalmente aos relacionados com segurança de aplicações web, assim como técnicas e metodologias para identificação e tratamento dos malwares (ou códigos maliciosos). Na ocasião também serão realizadas palestras técnicas com a utilização exclusiva de ferramentas oriundas do universo do código aberto, além de palestras que irão abordar sofisticadas, e pouco ortodoxas, técnicas de teste de invasão.
Temas como Hacktivismo, Guerra Cibernética, a importância das auditorias de testes de invasão para CSO (Chief Security Officer ou Chefes de Segurança da Informação), técnicas para a realização de auditorias preventivas de teste de invasão, dicas de como posicionar-se após um ataque, através da análise forense computacional, farão parte do ciclo de palestras.
O encontro será uma ótima oportunidade para todos os profissionais e interessados em ampliar os conhecimentos na área de segurança da informação.  Mais informações podem ser consultadas na página do evento.

Fonte: Assessoria de Imprensa SegInfo.

Apache Camel ganha suporte ao serviços da Amazon

Os desenvolvedores do Apache Camel anunciaram a versão 2.8.0 do aplicativo, que inclui suporte para trabalhar com os serviços de armazenamento S3 (AWS-S3) e notificação SNS (AWS-SNS) da Amazon. O Camel, um framework aberto para integração de serviços utilizados em ambientes empresariais, também possui novos protocolos de conexão para HDFS (Hadoop Distributed File System) e HTTP assíncrono com o componente AHC permitindo que os pontos do Camel chamem servidores HTTP e HTTPS externos.
O Camel permite que desenvolvedores implementem padrões de "Enterprise Integration" que podem direcionar mensagens através de canais entre diferentes sistemas. Ele pode ser configurado em Java, Scala ou através de arquivos de configuração XML baseados em Spring. A solução suporta HTTP, ActiveMQ, JMS e outros protocolos como "Transportes" para as mensagens, mas torna o processo abstrato o suficiente para que os desenvolvedores possam se focar nos "Componentes" que forma a integração propriamente dita. O Camel é a base de produtos como o Talend Integration Factory. A solução celebrou recentemente seu quarto ano de existência, depois que surgiu como um subprojeto do Apache ActiveMQ em 2007, depois se tornando um dos projetos prioritários da Apache em 2009.
O lançamento do Apache Camel 2.8.0 também traz 422 correções de problemas, suporte ao JBoss 6 e melhorias no Java DSL para configuração. As mudanças estão detalhadas nas notas de lançamento. O Apache Camel está disponível para download em código-fonte ou binário para Windows ou sistemas Unix/Linux/Cygwin.
Fonte: h-online, em inglês.

Apache Camel ganha suporte ao serviços da Amazon

Os desenvolvedores do Apache Camel anunciaram a versão 2.8.0 do aplicativo, que inclui suporte para trabalhar com os serviços de armazenamento S3 (AWS-S3) e notificação SNS (AWS-SNS) da Amazon. O Camel, um framework aberto para integração de serviços utilizados em ambientes empresariais, também possui novos protocolos de conexão para HDFS (Hadoop Distributed File System) e HTTP assíncrono com o componente AHC permitindo que os pontos do Camel chamem servidores HTTP e HTTPS externos.
O Camel permite que desenvolvedores implementem padrões de "Enterprise Integration" que podem direcionar mensagens através de canais entre diferentes sistemas. Ele pode ser configurado em Java, Scala ou através de arquivos de configuração XML baseados em Spring. A solução suporta HTTP, ActiveMQ, JMS e outros protocolos como "Transportes" para as mensagens, mas torna o processo abstrato o suficiente para que os desenvolvedores possam se focar nos "Componentes" que forma a integração propriamente dita. O Camel é a base de produtos como o Talend Integration Factory. A solução celebrou recentemente seu quarto ano de existência, depois que surgiu como um subprojeto do Apache ActiveMQ em 2007, depois se tornando um dos projetos prioritários da Apache em 2009.
O lançamento do Apache Camel 2.8.0 também traz 422 correções de problemas, suporte ao JBoss 6 e melhorias no Java DSL para configuração. As mudanças estão detalhadas nas notas de lançamento. O Apache Camel está disponível para download em código-fonte ou binário para Windows ou sistemas Unix/Linux/Cygwin.
Fonte: h-online, em inglês.

Wine 1.3.25 com um novo suporte de áudio

A versão 1.3.25 do Wine (Wine is not an emulator), a última revisão de desenvolvimento que eventualmente se tornará o Wine 1.4, foi lançada. Destinada a desenvolvedores, aventureiros e usuários que desejam testar os recursos em desenvolvimento, o Wine 1.3.25 traz como novidade o redesenho de seu suporte de áudio, usando a arquitetura do Windows 7 e removendo drivers antigos para JACK, NAS e ESD, que já não são mais usados.

De acordo com a equipe de desenvolvimento do projeto, essa versão também oferece avanços no gerenciamento da lixeira em ambiente shell e um melhor suporte à joysticks no DirectInput. Outras mudanças incluem atualizações na arquitetura de drivers gráficos para o motor DIB e um princípio de suporte à VBScript, assim como uma tradicional lista de correções. Como sempre, pedimos que os usuários testando o aplicativo enviem comentários e críticas, e também informem qualquer problema encontrado.
Mais informações sobre essa prévia de desenvolvimento, incluindo uma lista completa das correções efetuadas, podem ser encontradas no anúncio oficial de lançamento. O código-fonte do Wine 1.3.25 está disponível para download na página do projeto, assim como toda a documentação do software. Uma vez compilados, os binários para instalação também estarão disponíveis na página de download do projeto. A última versão estável do Wine é a 1.2.3.
Fonte: h-online, em inglês.

Wine 1.3.25 com um novo suporte de áudio

A versão 1.3.25 do Wine (Wine is not an emulator), a última revisão de desenvolvimento que eventualmente se tornará o Wine 1.4, foi lançada. Destinada a desenvolvedores, aventureiros e usuários que desejam testar os recursos em desenvolvimento, o Wine 1.3.25 traz como novidade o redesenho de seu suporte de áudio, usando a arquitetura do Windows 7 e removendo drivers antigos para JACK, NAS e ESD, que já não são mais usados.

De acordo com a equipe de desenvolvimento do projeto, essa versão também oferece avanços no gerenciamento da lixeira em ambiente shell e um melhor suporte à joysticks no DirectInput. Outras mudanças incluem atualizações na arquitetura de drivers gráficos para o motor DIB e um princípio de suporte à VBScript, assim como uma tradicional lista de correções. Como sempre, pedimos que os usuários testando o aplicativo enviem comentários e críticas, e também informem qualquer problema encontrado.
Mais informações sobre essa prévia de desenvolvimento, incluindo uma lista completa das correções efetuadas, podem ser encontradas no anúncio oficial de lançamento. O código-fonte do Wine 1.3.25 está disponível para download na página do projeto, assim como toda a documentação do software. Uma vez compilados, os binários para instalação também estarão disponíveis na página de download do projeto. A última versão estável do Wine é a 1.2.3.
Fonte: h-online, em inglês.

CUPS 1.5 com recursos de segurança

Foi lançado recentemente a versão 1.5 do Common Unix Printing System (CUPS), usado no processo de impressão de sistemas operacionais baseados em Unix, como o Mac OS X e muitas das distribuições Linux. Seu desenvolvimento tem sido feito em grande parte pela Apple, desde que adquiriu os direitos do CUPS em 2007.

A biblioteca CUPS agora oferece suporte básico à certificados SSL/TLS x.509 e um filtro atualizado para criação de PDF. Por razões de segurança, filtros e backends não podem mais possuir privilégios de escrita para o grupo. A nova versão busca configurações específicas para os usuários dos arquivos ~/.cups/client.conf e ~/.cups/lpotions, abandonando a consulta aos arquivos ~/.cupsrc e ~/.lpoptions, essa transição já era planejada desde a versão 1.2. O agendador de impressão agora suporta operações como "cancel-jobs", "cancel-my-jobs" e "close-jobs". O filtro HP-GL/2 e o backend SCSI também foram removidos.
Um panorama sobre as outros mundanças nessa versão podem ser encontrados no arquivo changes.txt no repositório para o código-fonte do CUPS 1.5, você também pode encontrar toda a documentação do sistema na página do projeto.
Fonte: h-online, em inglês.

CUPS 1.5 com recursos de segurança

Foi lançado recentemente a versão 1.5 do Common Unix Printing System (CUPS), usado no processo de impressão de sistemas operacionais baseados em Unix, como o Mac OS X e muitas das distribuições Linux. Seu desenvolvimento tem sido feito em grande parte pela Apple, desde que adquiriu os direitos do CUPS em 2007.

A biblioteca CUPS agora oferece suporte básico à certificados SSL/TLS x.509 e um filtro atualizado para criação de PDF. Por razões de segurança, filtros e backends não podem mais possuir privilégios de escrita para o grupo. A nova versão busca configurações específicas para os usuários dos arquivos ~/.cups/client.conf e ~/.cups/lpotions, abandonando a consulta aos arquivos ~/.cupsrc e ~/.lpoptions, essa transição já era planejada desde a versão 1.2. O agendador de impressão agora suporta operações como "cancel-jobs", "cancel-my-jobs" e "close-jobs". O filtro HP-GL/2 e o backend SCSI também foram removidos.
Um panorama sobre as outros mundanças nessa versão podem ser encontrados no arquivo changes.txt no repositório para o código-fonte do CUPS 1.5, você também pode encontrar toda a documentação do sistema na página do projeto.
Fonte: h-online, em inglês.

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