Twitter

This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Crackers atacam rede de comunicação da Al-Qaeda

Ataque virtual prejudicará comunicação da Al-Qaeda por "vários dias"

A rede terrorista Al-Qaeda sofreu um "sofisticado" ataque virtual que reduzirá a capacidade de comunicação do grupo durante "vários dias", informou nesta quarta-feira a cadeia "MSNBC".
Evan Kohlmann, um consultor privado que há uma década acompanha a Al-Qaeda e outras organizações terroristas, advertiu que a comunicação da rede "foi temporariamente danificada".
A organização para a qual trabalha, a Flashpoint Global Partners, detectou que "não há nenhum canal de distribuição confiável disponível na internet".

Kohlmann suspeita que o ataque aconteceu há poucos dias, produzido por crackers desconhecidos "bem coordenados", que utilizaram um "incomum leque de técnicas relativamente sofisticadas". "Acredito que vão levar pelo menos mais vários dias para reparar os danos, restaurar a rede e fazê-la funcionar de novo", disse.
Há um ano a Al-Qaeda sofreu um ataque similar em sua comunicação, lembrou a emissora.


Fonte: Ultimo Segundo

 

 

 

 

Crackers atacam rede de comunicação da Al-Qaeda

Ataque virtual prejudicará comunicação da Al-Qaeda por "vários dias"

A rede terrorista Al-Qaeda sofreu um "sofisticado" ataque virtual que reduzirá a capacidade de comunicação do grupo durante "vários dias", informou nesta quarta-feira a cadeia "MSNBC".
Evan Kohlmann, um consultor privado que há uma década acompanha a Al-Qaeda e outras organizações terroristas, advertiu que a comunicação da rede "foi temporariamente danificada".
A organização para a qual trabalha, a Flashpoint Global Partners, detectou que "não há nenhum canal de distribuição confiável disponível na internet".

Kohlmann suspeita que o ataque aconteceu há poucos dias, produzido por crackers desconhecidos "bem coordenados", que utilizaram um "incomum leque de técnicas relativamente sofisticadas". "Acredito que vão levar pelo menos mais vários dias para reparar os danos, restaurar a rede e fazê-la funcionar de novo", disse.
Há um ano a Al-Qaeda sofreu um ataque similar em sua comunicação, lembrou a emissora.


Fonte: Ultimo Segundo

 

 

 

 

Chinesa vende a própria virgindade em troca de iPhone 4

'Oferta' teria sido feita após a jovem afirmar não ter condições para comprar o smartphone


Segundo o site Korea Herald, uma chinesa, que não teve a identidade revelada, teria oferecido a própria virgindade em seu perfil do Weibo (a versão do Twitter na China) em troca de um iPhone 4. No post, além de uma foto e alguns dados pessoais da jovem, ela especificou que teria relações sexuais com qualquer um que lhe desse o smartphone da Apple, ato que foi duramente criticado por diversos usuários que visualizaram a "oferta". Alguns acreditam que a conta da garota tenha sido invadida, com a intenção de manchar sua reputação. Mas segundo um post em seu perfil no microblog, o anúncio foi feito porque "é um sonho ter meu próprio iPhone4, mas meu pai não me deixou ter um".

Em abril deste ano, um fato parecido ocorreu também na China. Um jovem de 17 anos, chamado pelo apelido "Zheng", vendeu um dos rins no mercado negro para adquirir um iPad2, por não ter condições financeiras de adquirir o tablet. Após as negociações feitas pela web, o menino viajou para a cidade de Chenzhou (sem o consentimento dos pais), na província de Hunan, onde o rim foi removido no hospital local e implantado no novo "dono", logo em seguida. Segundo informações, o jovem vendeu o órgão por 22,000 iuanes (moeda corrente da China), cerca de 4,9 mil reais.

O mercado de doação de órgãos é comum na China, apesar das repetidas tentativas do governo em acabar com a prática. Segundo estatísticas oficiais, mais de um milhão de pessoas no país precisam de um transplante a cada ano, porém menos de 10 mil recebem os órgãos. O motivo é justamente o mercado negro de doações, que enriquecem corretores, médicos e funcionários corruptos do governo. 

Fonte : Olhar Digital

Chinesa vende a própria virgindade em troca de iPhone 4

'Oferta' teria sido feita após a jovem afirmar não ter condições para comprar o smartphone


Segundo o site Korea Herald, uma chinesa, que não teve a identidade revelada, teria oferecido a própria virgindade em seu perfil do Weibo (a versão do Twitter na China) em troca de um iPhone 4. No post, além de uma foto e alguns dados pessoais da jovem, ela especificou que teria relações sexuais com qualquer um que lhe desse o smartphone da Apple, ato que foi duramente criticado por diversos usuários que visualizaram a "oferta". Alguns acreditam que a conta da garota tenha sido invadida, com a intenção de manchar sua reputação. Mas segundo um post em seu perfil no microblog, o anúncio foi feito porque "é um sonho ter meu próprio iPhone4, mas meu pai não me deixou ter um".

Em abril deste ano, um fato parecido ocorreu também na China. Um jovem de 17 anos, chamado pelo apelido "Zheng", vendeu um dos rins no mercado negro para adquirir um iPad2, por não ter condições financeiras de adquirir o tablet. Após as negociações feitas pela web, o menino viajou para a cidade de Chenzhou (sem o consentimento dos pais), na província de Hunan, onde o rim foi removido no hospital local e implantado no novo "dono", logo em seguida. Segundo informações, o jovem vendeu o órgão por 22,000 iuanes (moeda corrente da China), cerca de 4,9 mil reais.

O mercado de doação de órgãos é comum na China, apesar das repetidas tentativas do governo em acabar com a prática. Segundo estatísticas oficiais, mais de um milhão de pessoas no país precisam de um transplante a cada ano, porém menos de 10 mil recebem os órgãos. O motivo é justamente o mercado negro de doações, que enriquecem corretores, médicos e funcionários corruptos do governo. 

Fonte : Olhar Digital

quarta-feira, 29 de junho de 2011

´Onda cracker prejudica software livre´

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança que assola o país faz as pessoas acreditarem que hacker é a mesma coisa que cracker

São Paulo - O principal coordenador da décima segunda edição da FISL (Fórum Internacional de Software Livre), que acontece esta semana em Porto Alegre, Sady Jacques, vê prejuízos à colaboração online e ao movimento do software livre em função da onda de invasões cracker no mundo.

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança leva muitos usuários a confundir os programadores hackers, que desenvolvem tecnologias de modo colaborativo, com criminosos crackers, diminuindo a força do software livre.

Em entrevista a INFO, o coordenador da FISL rebate a ideia de que o Fórum seja dependente do governo e afirma que aplicações open source estão ganhando espaço também no setor privado e cita fenômenos como Android e Firefox como exemplos da ascensão do software livre no Brasil.

Info: Nesta edição da FISL, a exemplo dos anos anteriores, há forte presença de estatais e patrocínios de governos. O software livre não consegue conquistar o setor privado?

Sady Jacques: No mundo todo os governos são os maiores consumidores de TI e também os principais fomentadores de novas tecnologias. Então, eu digo que qualquer evento de TI para ser bem-sucedido precisa de algum apoio público. Nós temos, nos últimos oito anos, recebido forte apoio do Governo Federal, não só para realizar a FISL, mas sobretudo para disseminar o software livre nas escolas e empresas. Mas não é só isso. O movimento open source está conquistando os usuários finais e as grandes empresas privadas.

Info: De que forma isso acontece?

Sady Jacques: Eu posso citar o sucesso do Firefox e do Ubuntu, que são produtos livres muito elogiados e adotados em massa pelos usuários.  Mas há também fenômenos como o Android e grande parte das aplicações para computação em nuvem que comprovam o sucesso do software livre. O Brasil vive um processo de lenta migração para plataformas abertas. Há 10 anos, praticamente só a IBM disseminava serviços para explorar o open source, hoje há centenas de grupos importantes ganhando dinheiro e gerando negócios baseados em aplicações abertas.

Info: Os primeiros trabalhos feitos com GNU/Linux completam este ano duas décadas, mas o software livre ainda é muito minoritário no mercado de TI, não?

Sady Jacques: Há espaço no mercado tanto para aplicações de código fechado quanto para soluções open source. Mais do que uma questão mercadológica, a opção pelo software livre permite desenvolver melhor as economias locais e, no caso do Brasil, viabiliza que nós mesmos tenhamos domínio sobre as tecnologias que usamos. O ganho científico também deve ser levado em conta.Quando o conhecimento é livre e acessível a todos, a ciência tem muito mais condições de avançar. Fechar programas e ideias em torno da propriedade intelectual é, a meu ver, um grande atraso. A própria origem da internet e os protocolos de acesso à web estão intrinsecamente ligados a pesquisas acadêmicas abertas, com múltiplas mentes contribuindo de modo livre. A internet comercial e as aplicações fechadas só aparecem num segundo momento da web, de certa forma se apropriando desse conhecimento.

Info: Recentemente, vimos o uso da colaboração para viabilizar ataques a redes seguras. Este tipo de ativismo é bom ou ruim para a comunidade do software livre?

Sady Jacques: É ruim, pois gera uma confusão entre o que é hacker e o que é um cracker. A palavra hacker, no sentido histórico, é um elogio. Hacker é um cara muito habilidoso, inteligente e que usa sua expertise para, em colaboração com terceiros, resolver problemas complexos e ajudar a ciência e a tecnologia a evoluírem. Quando alguém promove um ato de vandalismo na web ou furta dados com a intenção de obter lucro, então, esse sujeito é um cracker. É alguém que não compreende a natureza nobre de ser um hacker e contribuir para uma sociedade melhor. Avalio que a imprensa tem ajudado muito para agravar essa confusão, chamando de hacker toda e qualquer invasão quando, na verdade, deviam usar a expressão cracker.

Info: Há momentos em que é difícil definir se uma ação é cracker ou hacker, não?

Sady Jacques: Sim. Veja, por exemplo, os ataques feitos contra sites de cartão de crédito que se recusaram a suportar doações para o WikiLeaks. Essa é uma ação controversa pois os jovens que desferiram esses ataques estavam movidos por um ideal supostamente nobre, que era proteger o WikiLeaks. Eu entendo que a ação de invadir redes seguras não é a melhor forma de reagir. No entanto, a internet não possui um dono, não há como controlar a ação desses ativistas. O que eu posso sugerir é que as companhias não respondam de forma autoritária e aprendam a se relacionar com esse novo mundo. Por muito tempo, não houve canal de diálogo entre, por exemplo, as operadoras de cartão de crédito e os internautas. As recentes invasões mostram que estas companhias não podem fazer o que quiserem, precisam dialogar com as comunidades online.

Info: Como fazer isso?

Sady Jacques: Um exemplo interessante é o caso do garoto que desbloqueou o Playstation 3. A Sony tentou processar esse jovem, pressioná-lo na Justiça e acabou vítima da fúria das comunidades hackers.  Mais inteligente foi o Facebook que procurou esse jovem e lhe ofereceu um emprego. Esse menino GeoHox é um gênio! É melhor dialogar com ele que confrontá-lo nos tribunais.

Fonte: INFO

´Onda cracker prejudica software livre´

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança que assola o país faz as pessoas acreditarem que hacker é a mesma coisa que cracker

São Paulo - O principal coordenador da décima segunda edição da FISL (Fórum Internacional de Software Livre), que acontece esta semana em Porto Alegre, Sady Jacques, vê prejuízos à colaboração online e ao movimento do software livre em função da onda de invasões cracker no mundo.

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança leva muitos usuários a confundir os programadores hackers, que desenvolvem tecnologias de modo colaborativo, com criminosos crackers, diminuindo a força do software livre.

Em entrevista a INFO, o coordenador da FISL rebate a ideia de que o Fórum seja dependente do governo e afirma que aplicações open source estão ganhando espaço também no setor privado e cita fenômenos como Android e Firefox como exemplos da ascensão do software livre no Brasil.

Info: Nesta edição da FISL, a exemplo dos anos anteriores, há forte presença de estatais e patrocínios de governos. O software livre não consegue conquistar o setor privado?

Sady Jacques: No mundo todo os governos são os maiores consumidores de TI e também os principais fomentadores de novas tecnologias. Então, eu digo que qualquer evento de TI para ser bem-sucedido precisa de algum apoio público. Nós temos, nos últimos oito anos, recebido forte apoio do Governo Federal, não só para realizar a FISL, mas sobretudo para disseminar o software livre nas escolas e empresas. Mas não é só isso. O movimento open source está conquistando os usuários finais e as grandes empresas privadas.

Info: De que forma isso acontece?

Sady Jacques: Eu posso citar o sucesso do Firefox e do Ubuntu, que são produtos livres muito elogiados e adotados em massa pelos usuários.  Mas há também fenômenos como o Android e grande parte das aplicações para computação em nuvem que comprovam o sucesso do software livre. O Brasil vive um processo de lenta migração para plataformas abertas. Há 10 anos, praticamente só a IBM disseminava serviços para explorar o open source, hoje há centenas de grupos importantes ganhando dinheiro e gerando negócios baseados em aplicações abertas.

Info: Os primeiros trabalhos feitos com GNU/Linux completam este ano duas décadas, mas o software livre ainda é muito minoritário no mercado de TI, não?

Sady Jacques: Há espaço no mercado tanto para aplicações de código fechado quanto para soluções open source. Mais do que uma questão mercadológica, a opção pelo software livre permite desenvolver melhor as economias locais e, no caso do Brasil, viabiliza que nós mesmos tenhamos domínio sobre as tecnologias que usamos. O ganho científico também deve ser levado em conta.Quando o conhecimento é livre e acessível a todos, a ciência tem muito mais condições de avançar. Fechar programas e ideias em torno da propriedade intelectual é, a meu ver, um grande atraso. A própria origem da internet e os protocolos de acesso à web estão intrinsecamente ligados a pesquisas acadêmicas abertas, com múltiplas mentes contribuindo de modo livre. A internet comercial e as aplicações fechadas só aparecem num segundo momento da web, de certa forma se apropriando desse conhecimento.

Info: Recentemente, vimos o uso da colaboração para viabilizar ataques a redes seguras. Este tipo de ativismo é bom ou ruim para a comunidade do software livre?

Sady Jacques: É ruim, pois gera uma confusão entre o que é hacker e o que é um cracker. A palavra hacker, no sentido histórico, é um elogio. Hacker é um cara muito habilidoso, inteligente e que usa sua expertise para, em colaboração com terceiros, resolver problemas complexos e ajudar a ciência e a tecnologia a evoluírem. Quando alguém promove um ato de vandalismo na web ou furta dados com a intenção de obter lucro, então, esse sujeito é um cracker. É alguém que não compreende a natureza nobre de ser um hacker e contribuir para uma sociedade melhor. Avalio que a imprensa tem ajudado muito para agravar essa confusão, chamando de hacker toda e qualquer invasão quando, na verdade, deviam usar a expressão cracker.

Info: Há momentos em que é difícil definir se uma ação é cracker ou hacker, não?

Sady Jacques: Sim. Veja, por exemplo, os ataques feitos contra sites de cartão de crédito que se recusaram a suportar doações para o WikiLeaks. Essa é uma ação controversa pois os jovens que desferiram esses ataques estavam movidos por um ideal supostamente nobre, que era proteger o WikiLeaks. Eu entendo que a ação de invadir redes seguras não é a melhor forma de reagir. No entanto, a internet não possui um dono, não há como controlar a ação desses ativistas. O que eu posso sugerir é que as companhias não respondam de forma autoritária e aprendam a se relacionar com esse novo mundo. Por muito tempo, não houve canal de diálogo entre, por exemplo, as operadoras de cartão de crédito e os internautas. As recentes invasões mostram que estas companhias não podem fazer o que quiserem, precisam dialogar com as comunidades online.

Info: Como fazer isso?

Sady Jacques: Um exemplo interessante é o caso do garoto que desbloqueou o Playstation 3. A Sony tentou processar esse jovem, pressioná-lo na Justiça e acabou vítima da fúria das comunidades hackers.  Mais inteligente foi o Facebook que procurou esse jovem e lhe ofereceu um emprego. Esse menino GeoHox é um gênio! É melhor dialogar com ele que confrontá-lo nos tribunais.

Fonte: INFO

SlackShow 2011 em Belo Horizonte

O SlackShow é um evento anual de Software Livre com foco na distribuição Slackware Linux. O evento foi idealizado com o objetivo de promover palestras e minicursos para o público interessado tanto em Software Livre quanto nos detalhes técnicos específicos da distribuição Slackware. O evento também congrega o Encontro Nacional dos Usuários Slackware.

A realização do evento é uma iniciativa do GUS-BR – Grupo de Usuários Slackware Nacional. O grupo tem um papel de extrema importância na comunidade de Software Livre no país, auxiliando desde os novos usuários até os mais experientes em dúvidas, troca de experiências, e colhendo informações a serem repassadas para a equipe de desenvolvimento da distribuição Slackware.
Antes realizado anualmente na cidade de São Paulo, a organização do evento vem, desde o ano de 2010, sendo realizada pelos grupos de usuários regionais, garantindo uma maior abrangência nacional ao SlackShow e permitindo que ele seja realizado nas diferentes capitais do país. Nesse ano, a responsabilidade da organização do SlackShow 2011 foi transferida para o GUS-MG, contando com o apoio dos representantes do GUS-BR em eventuais decisões.
Para o SlackShow 2011, além das palestras habituais sobre Software Livre, o GUS-MG irá trazer à Belo Horizonte um palestrante brasileiro que atua ativamente no desenvolvimento da distribuição Slackware.
Não existe ainda uma agenda definida para o evento. Interessados em apresentar palestras ou cursos podem entrar em contato com os organizadores do evento.
O evento esse ano acontecerá nos dias 26 e 27 de Agosto, na Universidade FUMEC em Belo Horizonte, saiba mais sobre o evento no site slackshow.slackwarebrasil.org
Fonte: Assessoria de imprensa SlackShow.

SlackShow 2011 em Belo Horizonte

O SlackShow é um evento anual de Software Livre com foco na distribuição Slackware Linux. O evento foi idealizado com o objetivo de promover palestras e minicursos para o público interessado tanto em Software Livre quanto nos detalhes técnicos específicos da distribuição Slackware. O evento também congrega o Encontro Nacional dos Usuários Slackware.

A realização do evento é uma iniciativa do GUS-BR – Grupo de Usuários Slackware Nacional. O grupo tem um papel de extrema importância na comunidade de Software Livre no país, auxiliando desde os novos usuários até os mais experientes em dúvidas, troca de experiências, e colhendo informações a serem repassadas para a equipe de desenvolvimento da distribuição Slackware.
Antes realizado anualmente na cidade de São Paulo, a organização do evento vem, desde o ano de 2010, sendo realizada pelos grupos de usuários regionais, garantindo uma maior abrangência nacional ao SlackShow e permitindo que ele seja realizado nas diferentes capitais do país. Nesse ano, a responsabilidade da organização do SlackShow 2011 foi transferida para o GUS-MG, contando com o apoio dos representantes do GUS-BR em eventuais decisões.
Para o SlackShow 2011, além das palestras habituais sobre Software Livre, o GUS-MG irá trazer à Belo Horizonte um palestrante brasileiro que atua ativamente no desenvolvimento da distribuição Slackware.
Não existe ainda uma agenda definida para o evento. Interessados em apresentar palestras ou cursos podem entrar em contato com os organizadores do evento.
O evento esse ano acontecerá nos dias 26 e 27 de Agosto, na Universidade FUMEC em Belo Horizonte, saiba mais sobre o evento no site slackshow.slackwarebrasil.org
Fonte: Assessoria de imprensa SlackShow.

SocketStream, uma nova forma de desenvolver para a web

No encontro London Hacker News, os desenvolvedores da AOL aproveitaram a oportunidade para lançar publicamente o SocketStream, um novo framework web em "tempo real" e "incrivelmente rápido". Um dos desenvolvedores, Owen Barnes, apresentou o framework completo, construído sobre a ideia de um aplicativo de uma página (Single-page Application). A apresentação gerou reações em redes sociais, e algumas chegaram a descrever o SocketStream como o sucessor do Rails. O projeto foi descrito como "altamente experimental, porém usável" pelos desenvolvedores. O framework em código aberto é um projeto patrocinado pela AOL com desenvolvedores trabalhando em tempo integral.

O SocketStream é baseado no servidor baseado em JavaScript e guiado por eventos Node.js, armazenamento de chave/valor Redis, CoffeeScript e Socket.io. A escolha por Node.js permite que um desenvolvedor use tanto JavaScript ou CoffeeScript como linguagem de programação, o Redis disponibiliza um sistema pub/sub que permite um fluxo efetivo de mensagens no sistema e o Socket.io provê uma implementação confiável de WebSockets.
O framework usa WebSockets para manter um canal permanente e bidirecional entre cliente e servidor, e cria um objeto compartilhado "SS" no namespace, com todos os dados sendo trocados como informação codificada em JSON. Terminais em ambos os lados, cliente ou servidor, podem acessar e pedir por métodos no objeto compartilhado. Inspirado pela experiência do desenvolvedor com Rails, um comando "new" no SocketStream cria uma hierarquia de projeto com servidor, cliente e árvores compartilhadas. As pastas dentro dessa hierarquia são refletidas no objeto compartilhado. Recursos estáticos, como HTML, CSS e código para o lado do cliente, são entregues aos navegadores quando se logam, de forma oculta, assim estão rapidamente disponíveis.
Uma demonstração das capacidades do SocketStream no evento em que foi apresentado permitiu que usuários corressem com carros em uma pista animada por CSS3, usassem um quadro de rascunhos compartilhado e entrassem em um bate-papo de grupo. Dentro da AOL, o projeto já foi usado para implementar um sistema de mensagens interno e um sistema de análise de desempenho de propaganda.
O framework ainda está em seus estágios iniciais de desenvolvimento. Barnes afirmou que os desenvolvedores ainda tem que resolver o problema de implementar uma plataforma de testes além de usar apenas os testes do Node.js.

Escalonamento também é um problema, já que o SocketStream está no momento preso ao uso de apenas um núcleo do processador, mas existem planos para implementar escalonamento horizontal e balanceamento de carga do lado no cliente. Os desenvolvedores estão ainda trabalhando em implementar um "modelo único" para validação do cliente e do servidor, e permitindo assim a desenvolvimento de aplicativos CRUD. O suporte ao navegadores internet também é limitado, o sistema só opera sem prolemas com o Chrome e o Safari, os navegadores Firefox e Internet Explorer precisam usar flashsockets para o funcionamento da ferramenta, o que a torna instável.
O SocketStream está hospedado no GitHub em github.com/socketstream/socketstream, onde documentação sobre como instalar e usar framework, além de alguns exemplos, também está disponível. Os desenvolvedores esperam expandir a comunidade do framework para enconrajar o uso, desenvolvimento e aprimoramento do sistema.
Fonte: h-online, em inglês.

SocketStream, uma nova forma de desenvolver para a web

No encontro London Hacker News, os desenvolvedores da AOL aproveitaram a oportunidade para lançar publicamente o SocketStream, um novo framework web em "tempo real" e "incrivelmente rápido". Um dos desenvolvedores, Owen Barnes, apresentou o framework completo, construído sobre a ideia de um aplicativo de uma página (Single-page Application). A apresentação gerou reações em redes sociais, e algumas chegaram a descrever o SocketStream como o sucessor do Rails. O projeto foi descrito como "altamente experimental, porém usável" pelos desenvolvedores. O framework em código aberto é um projeto patrocinado pela AOL com desenvolvedores trabalhando em tempo integral.

O SocketStream é baseado no servidor baseado em JavaScript e guiado por eventos Node.js, armazenamento de chave/valor Redis, CoffeeScript e Socket.io. A escolha por Node.js permite que um desenvolvedor use tanto JavaScript ou CoffeeScript como linguagem de programação, o Redis disponibiliza um sistema pub/sub que permite um fluxo efetivo de mensagens no sistema e o Socket.io provê uma implementação confiável de WebSockets.
O framework usa WebSockets para manter um canal permanente e bidirecional entre cliente e servidor, e cria um objeto compartilhado "SS" no namespace, com todos os dados sendo trocados como informação codificada em JSON. Terminais em ambos os lados, cliente ou servidor, podem acessar e pedir por métodos no objeto compartilhado. Inspirado pela experiência do desenvolvedor com Rails, um comando "new" no SocketStream cria uma hierarquia de projeto com servidor, cliente e árvores compartilhadas. As pastas dentro dessa hierarquia são refletidas no objeto compartilhado. Recursos estáticos, como HTML, CSS e código para o lado do cliente, são entregues aos navegadores quando se logam, de forma oculta, assim estão rapidamente disponíveis.
Uma demonstração das capacidades do SocketStream no evento em que foi apresentado permitiu que usuários corressem com carros em uma pista animada por CSS3, usassem um quadro de rascunhos compartilhado e entrassem em um bate-papo de grupo. Dentro da AOL, o projeto já foi usado para implementar um sistema de mensagens interno e um sistema de análise de desempenho de propaganda.
O framework ainda está em seus estágios iniciais de desenvolvimento. Barnes afirmou que os desenvolvedores ainda tem que resolver o problema de implementar uma plataforma de testes além de usar apenas os testes do Node.js.

Escalonamento também é um problema, já que o SocketStream está no momento preso ao uso de apenas um núcleo do processador, mas existem planos para implementar escalonamento horizontal e balanceamento de carga do lado no cliente. Os desenvolvedores estão ainda trabalhando em implementar um "modelo único" para validação do cliente e do servidor, e permitindo assim a desenvolvimento de aplicativos CRUD. O suporte ao navegadores internet também é limitado, o sistema só opera sem prolemas com o Chrome e o Safari, os navegadores Firefox e Internet Explorer precisam usar flashsockets para o funcionamento da ferramenta, o que a torna instável.
O SocketStream está hospedado no GitHub em github.com/socketstream/socketstream, onde documentação sobre como instalar e usar framework, além de alguns exemplos, também está disponível. Os desenvolvedores esperam expandir a comunidade do framework para enconrajar o uso, desenvolvimento e aprimoramento do sistema.
Fonte: h-online, em inglês.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Japão cria computador mais rápido que 1 milhão de desktops conectados



Supercomputador da Fujitsu foi considerado o PC mais rápido do mundo.
Chamado de 'K', PC é três vezes mais veloz que o vencedor anterior

Um supercomputador fabricado pela companhia japonesa Fujitsu se tornou o PC mais rápido do mundo, segundo a classificação TOP500, elaborada por universidades alemãs e norte-americanas e divulgada nesta terça-feira (21) pelo diário "Nikkei". Chamado de “K", o PC da Fujitsu ainda está em desenvolvimento e sua performance é equivalente a 1 milhão de desktops conectados, de acordo com o site “The Telegraph”.
Computador da companhia japonesa Fujitsu foi considerado o mais rápido do mundo (Foto: AFP)Computador da companhia japonesa Fujitsu foi considerado o mais rápido do mundo (Foto: AFP)
O supercomputador, criado em colaboração com o instituto japonês Riken, foi capaz de efetuar 8.160 trilhões de operações por segundo, mais que o triplo do chinês Tianhe-1A, considerado o mais rápido na classificação anterior. O “K” possui 672 gabinetes e um total de 68.544 CPUs. Além disso, o computador usa energia suficiente para abastecer 10 mil casas.

A lista dos computadores mais rápidos do planeta é produzida duas vezes ao ano. O projeto "K" conta com um investimento de cerca de 112 bilhões de ienes (975 milhões de euros) e deve ser destinado ao cálculo de previsões de mudanças climáticas, detalhou a agência "Kyodo".
Com o reconhecimento desta edição da TOP500, o Japão se colocou pela primeira vez nos últimos sete anos no topo da lista, historicamente dominada pelos Estados Unidos e que, nas últimas edições, viu uma maior concorrência da China e Índia.

 Fonte:G1

Japão cria computador mais rápido que 1 milhão de desktops conectados



Supercomputador da Fujitsu foi considerado o PC mais rápido do mundo.
Chamado de 'K', PC é três vezes mais veloz que o vencedor anterior

Um supercomputador fabricado pela companhia japonesa Fujitsu se tornou o PC mais rápido do mundo, segundo a classificação TOP500, elaborada por universidades alemãs e norte-americanas e divulgada nesta terça-feira (21) pelo diário "Nikkei". Chamado de “K", o PC da Fujitsu ainda está em desenvolvimento e sua performance é equivalente a 1 milhão de desktops conectados, de acordo com o site “The Telegraph”.
Computador da companhia japonesa Fujitsu foi considerado o mais rápido do mundo (Foto: AFP)Computador da companhia japonesa Fujitsu foi considerado o mais rápido do mundo (Foto: AFP)
O supercomputador, criado em colaboração com o instituto japonês Riken, foi capaz de efetuar 8.160 trilhões de operações por segundo, mais que o triplo do chinês Tianhe-1A, considerado o mais rápido na classificação anterior. O “K” possui 672 gabinetes e um total de 68.544 CPUs. Além disso, o computador usa energia suficiente para abastecer 10 mil casas.

A lista dos computadores mais rápidos do planeta é produzida duas vezes ao ano. O projeto "K" conta com um investimento de cerca de 112 bilhões de ienes (975 milhões de euros) e deve ser destinado ao cálculo de previsões de mudanças climáticas, detalhou a agência "Kyodo".
Com o reconhecimento desta edição da TOP500, o Japão se colocou pela primeira vez nos últimos sete anos no topo da lista, historicamente dominada pelos Estados Unidos e que, nas últimas edições, viu uma maior concorrência da China e Índia.

 Fonte:G1

Hackers protestam contra volta à pauta de projeto de lei para a internet




Sabu, líder do Lulzsec internacional, fez postagem em português no Twitter.
Após ataques a sites do governo, deputados ressuscitaram 'PL Azeredo'.

Sabu, líder do Lulzsec, postando mensagem em português contra a lei de cibercrimes (Foto: Reprodução)Líder do Lulzsec posta mensagem em português
contra projeto de lei da Câmara (Foto: Reprodução)
Hackers envolvidos nos ataques contra o governo brasileiro, Petrobrás e polícia de vários estados estão se organizando para protestar contra a lei de cibercrimes, também conhecido como “PL Azeredo” ou PL 84/99, que estava parado há dois anos na Câmara dos Deputados. Até mesmo o líder do Lulzsec, grupo que atacou a CIA, o FBI e desafiou o governo dos EUA, publicou uma mensagem em português contra a lei, dizendo que ela cria “censura”.
O substitutivo ao PL 84/99, com redação dada na maior parte pelos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Aloísio Mercadante (PT-SP) – hoje, respectivamente, deputado e Ministério de Ciência e Tecnologia – pretende criminalizar as práticas de invasão de sistemas, negação de serviço, roubo de dados e disseminação de vírus. O projeto também prevê que provedores armazenem registros de endereços IP dos usuários por três anos, uma medida que já está valendo para alguns provedores desde 2008 devido à assinatura de um termo na CPI da Pedofilia.
O projeto foi aprovado no Senado em julho de 2008, mas precisa também de aprovação de Câmara dos Deputados, o que não aconteceu até hoje.
Para os hackers, o projeto é “censura”. O Lulzsec Brazil e o Anonymous estão planejando passeatas e devem organizar protestos também na web contra o projeto, segundo as mensagens.
Polêmica
O texto do projeto de cibercrimes enfrenta dura resistência também de alguns setores da sociedade e até do governo. Em 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o projeto “é censura” durante o 10º Fórum Internacional do Software Livre (Fisl), em Porto Alegre. Na internet, campanhas consideraram o projeto um “AI-5 Digital”, em referência ao Ato Institucional 5, decretado pela ditadura militar para censurar a imprensa e dar o controle total do país ao governo federal.
Ministério da Justiça deu início ao processo do Marco Civil - todos os internautas foram convidados a dar sugestões para uma lei civil – de direitos e responsabilidades na web, em vez de começar pela legislação criminal. Com isso, o projeto de lei de cibercrimes foi deixado de lado, até que os ataques recentes fizeram o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) colocar o assunto novamente na pauta da Câmara.
Fonte:G1

Hackers protestam contra volta à pauta de projeto de lei para a internet




Sabu, líder do Lulzsec internacional, fez postagem em português no Twitter.
Após ataques a sites do governo, deputados ressuscitaram 'PL Azeredo'.

Sabu, líder do Lulzsec, postando mensagem em português contra a lei de cibercrimes (Foto: Reprodução)Líder do Lulzsec posta mensagem em português
contra projeto de lei da Câmara (Foto: Reprodução)
Hackers envolvidos nos ataques contra o governo brasileiro, Petrobrás e polícia de vários estados estão se organizando para protestar contra a lei de cibercrimes, também conhecido como “PL Azeredo” ou PL 84/99, que estava parado há dois anos na Câmara dos Deputados. Até mesmo o líder do Lulzsec, grupo que atacou a CIA, o FBI e desafiou o governo dos EUA, publicou uma mensagem em português contra a lei, dizendo que ela cria “censura”.
O substitutivo ao PL 84/99, com redação dada na maior parte pelos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Aloísio Mercadante (PT-SP) – hoje, respectivamente, deputado e Ministério de Ciência e Tecnologia – pretende criminalizar as práticas de invasão de sistemas, negação de serviço, roubo de dados e disseminação de vírus. O projeto também prevê que provedores armazenem registros de endereços IP dos usuários por três anos, uma medida que já está valendo para alguns provedores desde 2008 devido à assinatura de um termo na CPI da Pedofilia.
O projeto foi aprovado no Senado em julho de 2008, mas precisa também de aprovação de Câmara dos Deputados, o que não aconteceu até hoje.
Para os hackers, o projeto é “censura”. O Lulzsec Brazil e o Anonymous estão planejando passeatas e devem organizar protestos também na web contra o projeto, segundo as mensagens.
Polêmica
O texto do projeto de cibercrimes enfrenta dura resistência também de alguns setores da sociedade e até do governo. Em 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o projeto “é censura” durante o 10º Fórum Internacional do Software Livre (Fisl), em Porto Alegre. Na internet, campanhas consideraram o projeto um “AI-5 Digital”, em referência ao Ato Institucional 5, decretado pela ditadura militar para censurar a imprensa e dar o controle total do país ao governo federal.
Ministério da Justiça deu início ao processo do Marco Civil - todos os internautas foram convidados a dar sugestões para uma lei civil – de direitos e responsabilidades na web, em vez de começar pela legislação criminal. Com isso, o projeto de lei de cibercrimes foi deixado de lado, até que os ataques recentes fizeram o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) colocar o assunto novamente na pauta da Câmara.
Fonte:G1

Hacker britânico é libertado sob condição de ficar longe da internet



O adolescente britânico Ryan Cleary, de 19 anos, acusado de participar dos ataques do grupo de hackers LulzSec a sites internacionais, foi libertado sob fiança pela Justiça da Grã-Bretanha, com a condição de que não acesse a internet.
Enquanto aguarda o julgamento, previsto para agosto, Cleary terá de usar uma pulseira eletrônica para monitoramento, terá que observar um toque de recolher entre as 21h e 7h e só poderá sair de sua casa acompanhado de um de seus pais.

O adolescente foi preso na semana passada como parte das investigações da Scotland Yard (a polícia metropolitana de Londres) e do FBI (a polícia federal americana) sobre as ações do grupo LulzSec.
O grupo de hackers ganhou notoriedade ao invadir sites altamente visados e considerados de alta segurança, como o da CIA (Central de Inteligência Americana), do Senado americano, dos canais de TV Fox e PBS e de multinacionais como Sony e Nintendo.
Um braço brasileiro do grupo, LulzSecBrazil, reivindicou ataques a vários sites do governo, entre eles o da Presidência da República, da Receita Federal, do IBGE e da Petrobras.
Síndrome de Asperger
Cleary é acusado de ter estabelecido um ataque por meio do sistema de distribuição de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês) ao site da Soca, a agência britânica de investigações sobre o crime organizado.
Um ataque pelo sistema DDoS envolve "inundar" o site alvo com dados, numa tentativa de sobrecarregá-lo para que ele fique incapaz de servir aos usuários legítimos.
A mãe de Cleary, Rita, afirmou nesta segunda-feira que concordaria com qualquer condição para a libertação de seu filho, que foi diagnosticado com síndrome de Asperger. "Estou consciente de que sou sua melhor amiga, além de sua mãe, porque ele é recluso", afirmou Rita, descrevendo-o como "minha vida".
Em entrevista a uma rádio local da BBC, logo após a prisão do filho, Rita Cleary descreveu-o como uma pessoa "introvertida" que passava a maior parte do seu tempo diante do computador e que não gostava muito de sair de casa. Após a audiência na qual foi aprovada a libertação sob fiança, a advogada de Cleary, Karen Todner, afirmou que ele estava muito aliviado por poder "ir para casa para ficar com sua mãe, com seus gatos e com seus livros".
"Ryan foi diagnosticado na semana passada com síndrome de Asperger, que é uma forma de autismo altamente funcional", afirmou a advogada. "Ele agora receberá o apoio profissional de que necessita. Sua inteligência óbvia poderá agora ser canalizada para algo útil", disse.
Fonte:brturbo

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More